29 de jul. de 2013

Ordinary Girl: Capítulo 2 - Eu faria qualquer coisa pela sua felicidade




O raios de sol em sua janela fizeram com que Olívia se levantasse da cama, quase não tinha dormido. Pensava sobre o que Lúcia podia estar tramando para cima da amiga, os motivos que a levaram a não dar nenhum sinal de vida.

Com a cabeça poluída por incertezas , fez seu caminho até o banheiro, se despiu e deixou com que a água morna levasse todos os seus problemas, depois de seu longo banho, colocou o uniforme da escola. Desceu para tomar o seu café, pegou uma pêra, comeu-a sentada no sofá, enquanto esperava seu irmão terminar de tomar o seu café.

- Está pronta? - perguntou Jason a tirando de seus devaneios.

-Sim. - assentiu e os dois fizeram o caminho até a garagem, entrando no carro.

- Não vamos buscar o Justin hoje, ele não vai á aula. - disse ligando o radio.

-Hum - murmurou ouvindo a música Celebrate invadindo seus tímpanos, animando nem que fosse um pouco aquela manha nublada.
[...]

Olívia P.O.V

Estava sentindo falta de ouvir aquela voz rouca vindo de trás da sala, de suas tentativas de responder as perguntas que o professor direcionava á ele, o meu amado.

Eu não estava prestando atenção em nenhuma palavra que a Sra. Gosk pronunciava animada para a turma. Comecei a me sentir culpada, ela é a minha professora preferida, tenho a obrigação de prestar atenção no que ela fala, me martirizei e comecei a prestar atenção em sua aula.

Passei o intervalo com o meu irmão, já que o melhor amigo dele tinha faltado e a minha melhor amiga também. Tentei tirar de minha cabeça os pensamentos de que os dois estariam juntos, foi uma tentativa falha. Eu me preocupava com os dois, e realmente não os queria juntos. Acho que se isso acontecesse, não seria capaz de olhar Lúcia com os mesmos olhos.

[...]
- Por que me abandonou hoje? - perguntei olhando para Lúcia que me olhava espantada pela minha visita surpresa.

- O que você está fazendo aqui?

- Você não respondeu a minha primeira pergunta. - respondi nervosa.

- Estava me sentindo mal. - disse ela olhando pro chão.

- Você se encontrou com ele não é? O Justin?

- Como sabe?

- Eu vi vocês ontem conversando, não acredito que está se aproximando dele. - disse meio triste.

- Eu não quero nada com ele se é o que está pensando. - ela disse levantando os braços em sinal de rendimento.

- Só não entendo o que está querendo. - murmurei.

- Eu ia te explicar Olive - disse ela pegando nas minhas mãos - Eu te amo demais amiga, cansei de ver você suspirando pelos cantos por ele, eu to tentando fazer ele se apaixonar por você.

- O QUE? - gritei encarando seus olhos azuis brilhantes.

- Eu faria qualquer coisa pela sua felicidade - disse com o seu melhor sorriso.

CONTINUA

O capitulo ficou pequeno porque fiz ele hoje lol e como as minhas aulas voltaram tenho muita tarefa, espero que tenham gostado. ;)

27 de jul. de 2013

Ordinary Girl: Capítulo 1 - Confusão


Sinopse da fanfic aqui



A menina mirava a janela com os seus olhos observando a vista da janela de seu quarto, ela podia ficar horas olhando a grande árvore que tinha no seu quintal, ela estava florida devido à primavera, Olívia tomava um mate que sua mãe havia feito, ela era apenas uma garota comum, que preferia ficar sozinha na maior parte de seu tempo.

Ela ficou admirando aquilo, até que o sono a dominou, fazendo-a levantar de sua cadeira apoiada estrategicamente na janela, tomar seu banho relaxadamente antes de pegar seu pijama, vesti-lo e se jogar na cama dormindo logo em seguida.

Acordara com o seu despertador indicando que era hora de acordar e ir para a escola, mas a garota não sentia nenhuma vontade de ir para a escola, talvez pelas pessoas que estudavam nela ou os professores chatos.A única professora que realmente gostava era a sra.Gosk, ela fazia com que literatura parecesse interessante e com que os alunos realmente gostassem e se esforçassem na mesma, todos amavam a sra.Gosk e ninguém queria desapontá-la.

Levantou-se de sua cama após esticar os braços e seguiu ao banheiro, tomou seu banho e colocou o uniforme da escola que consistia em uma saia plissada turquesa  três dedos acima do joelho e uma blusa social branca para as garotas, e os meninos da mesma forma só que com uma calça social preta em vez da saia e uma gravata também turquesa, deixou o seu cabelo solto e desceu para tomar café.

-Bom dia mãe -dissera enquanto entrava na cozinha- Jason - seu irmão fez um sinal com a cabeça e ela  retribuiu.

Foi para a escola com Jason, como fazia todos os dias, ele sempre dava carona para um dos seus "brothers" como ele mesmo chamava, ele se chamava Justin Bieber, talvez um dos garotos mais bonitos da Omagh High School, com seus cabelos sempre arrumados em um topete, deixava qualquer garota daquele colégio hipnotizada, e com Olívia não era diferente, talvez fosse uma das mais hipnotizadas, Justin não a via com esses olhos, do mesmo jeito que ela o via, mas ela não esperava isso dele, na verdade, nunca esperou.

Ele entrou no carro como sempre fazia, arrumou o topete, abriu a porta e entrou no banco do passageiro.

- Bom dia. - disse ele.
- Bom dia. -responderam os dois irmãos.

E então Jason e Justin começaram a  conversar sobre as garotas "escolhidas" deles, certamente as que iriam ficar nesse mês, ela não prestava atenção nessas conversas, não achava educado bisbilhotar a vida deles, mesmo que indiretamente.

Nessa viagem, ela leu mais um pouco do seu livro de romance, gostava de se iludir com historias clichês que nunca aconteciam na vida real, não recordo o nome do livro, mas sei que possuía um final muito feliz porque, quando o carro parou na frente do colégio naquela segunda feira cinzenta, Olívia parecia muito feliz por ter acabado o livro, e possuía um dos seus melhores sorrisos, foi a primeira a sair do carro e foi a encontro de Lúcia, sua melhor amiga.

- Você nem imagina o que aconteceu Olívia.

- O que aconteceu? -a menina perguntou curiosa.

- A Perrie e o Charles terminaram. - disse Lúcia com um sorriso

- Como assim? Quando? Ontem mesmo eles estavam se amando no intervalo.

- Ele pegou ela o traindo.

-Por que ela faria isso?

- Ela não dava valor a ele, mesmo o amando ela não se deu conta do quanto ele é especial.

- Bom para você então, já pode atacar. -disse a menina soltando uma risada um tanto quanto estérica.

- Ele está quebrado, eu não vou fazer isso, vou tentar ser amiga dele, ele é da minha sala mesmo.

- E o Bieber é da minha e o mais engraçado disso é que eles repetiram de ano juntos. -disse suspirando.

- É, ainda não sei como ele não te viu com os mesmos olhos que você o vê.

- Mas eu sei, por que um dos garotos mais populares da escola iria gostar de mim? feia que nem eu sou, tem meninas muito mais bonitas que eu nessa escola, eu realmente não me importo com quem ele vai namorar, eu só quero que ele seja feliz.

- Lá vem você com o seu papo "eu sou feia", você não é feia Olívia, pelo amor de Deus, até um cego consegue perceber isso- disse Lúcia naquela pequena discussão que foi encerrada  pelo sinal.

As duas se despediram e Olívia caminhou até a sua sala, sentou na primeira cadeira e abriu o caderno, começando a anotar o que estava escrito na lousa.

Na hora do intervalo, como de costume, ficou com Lúcia e falou com o seu irmão que insistia em sempre falar com a sua irmazinha. A pessoa que ela mais queria que a notasse não a  notava, ela já havia perdido as esperanças.

***
Sua boca se abriu em um gesto de surpresa ao ver Justin indo falar com Lúcia antes de ela ir embora, que diabos teria acontecido a Lúcia, ela sabe mais do que qualquer um que eu amo ele, pensou consigo mesma tentando encontrar algum motivo lógico para isso, não encontrou, o que já era de se esperar.

Lúcia não atendia ás suas ligações, nem mensagens, Olívia já estava começando a ficar preocupada e irritada por motivos óbvios.

CONTINUA

Antes de tudo meu nome é Janaína e eu espero que tenham gostado do primeiro capitulo, deem a opinião de vocês nos comentários, importa muito. :)

16 de jul. de 2013

ALAYLM: Capítulo 12 - I love you



Sai do banho enrolada em uma toalha, e estava indo direto pro meu closet, quando percebo que Justin estava entrando pela janela, mas como ele soube qual era o meu quarto? como ele conseguiu entrar? eu fiquei sem reação ao ver ele terminar de passar seu corpo pela janela. Quando ele me olhou, sorriu malicioso e lambeu os lábios oque me fez corar na hora.

– Justin? Como você...

– Sábia que seus seguranças aceitam suborno? – Ele me interrompeu.

– Não, o salario deles é ótimo. – Ele veio até mim ainda sorrindo malicioso.

– Eu não tava falando de dinheiro. – Ele debochou dando de ombros. – Isso aqui é enorme.

– Eu sei. acho exagerado.

– Que isso, dá pra fazer tanta coisa. – Ele voltou a olhar para mim.

Ele levou uma de suas mãos até o meu queixo, segurando meu rosto e acariciando minha bochecha com seu polegar. Logo ele me selou, e desceu seus beijos até meu pescoço levando sua outra mão a minha cintura aonde me puxou ainda mais para ele, colando nossos corpos.

– Não podemos fazer isso aqui. 

– E por que não? – Ele continuava a distribuir beijos pelo meu pescoço.

– Meus pais... Ryan, eles podem escutar. – Tomei distancia.

– Eles não vão. – Ele subiu seus beijos tomando meus lábios.

Sua língua encostou no meu lábio inferior pedindo passagem e eu cedi. Era tarde para evitar qualquer desejo, posso concluir de que estava completamente exitada, Justin... como ele consegue com tão pouco. Durante aquele beijo intenso, fomos andando para trás, e quando percebi que estávamos próximos a minha cama, o joguei nela e assim que ele desabou sobre a mesma ele mordeu seu lábio inferior olhando profundamente em meus olhos. Sentei em seu colo de forma que minhas pernas ficassem uma de cada lado do seu corpo. Não havia percebido, mas a toalha não estava mais em meu corpo que estava completamente nu. Justin encarou meus seios deixando escapar uma risada sapeca, corei na hora expressando tamanha vergonha que eu estava sentindo.

– Ei... – Ele segurou meu rosto novamente olhando em meus olhos. – Eu te amo, não fique com vergonha de mim.

Meu estomago revirou, e logo um sorriso bobo brotou em meus lábios. Ele havia dito que me ama, e eu tenho certeza de que ele sabe do efeito que isso causou em mim quando ele retribuiu o sorriso.

– Eu também te amo. – Fui até seu ouvido aonde depositei um beijo. – Muito.

Comecei a distribuir beijos pelo seu pescoço fazendo com que Justin ficasse arrepiado. Ele levou suas mãos a minha cintura, e arfou quando suguei aquela área deixando um hematoma. Justin deu impulso em meus quadris fazendo com que eu ficasse com meus seios a altura de seu rosto. Ele olhou para mim lambendo seus lábios, eu assenti ele logo lambeu um dos meus seios, contornando o bico no outro. Joguei minha cabeça para trás involuntariamente sem tentativas de conter meus gemidos. 

– Katy... – Justin me chamou.

– Sim. 

– Se controle, alguém pode escutar. 

– Desculpe. – Lambi meus lábios em confusão.

– Tudo bem. – Ele sorriu.

Logo voltamos a nos beijar, Justin acariciava meu corpo com suas mãos durante o beijo. Levei uma de minhas mãos até a barra de sua camiseta levantando a mesma. Interrompemos o beijo e quando ele retirou sua camiseta por completo voltamos a nos beijar. Em questão de segundos suas mãos estavam na minha barriga, deslizando até minha virilha fazendo com que eu gemesse, assim imediatamente fazendo com que ele parasse o beijo.

– Você quer? – Ele perguntou ofegante.

– Quero. – Respondi.

POV Justin.

Após ter certeza de que ela queria mesmo aquilo, e não apenas me agradar permitindo meus próximos atos levei minha mão até sua intimidade começando com movimentos circulares. Tomei seus lábios em tentativa de abafar seus gemidos enquanto comecei a massagear seu clitóris com ajuda de meu polegar. Katy estava completamente molhada, ela gemia durante o beijo, nós dois estávamos ofegantes mais continuávamos a nos beijar ofegantes. Deslizei meu dedo para dendro dela fazendo com que ela mordesse meu lábio inferior com uma certa força fazendo com que eu gemesse. Quando percebi que ela se acostumou com aquilo, coloquei outro dedo dentro dela e ela jogou sua cabeça para trás novamente mordendo seu lábio inferior tentando conter seus gemidos que estavam saindo mais abafados.

– Justin... – Suas palavras saiam com dificuldade, a maneira como ela gemeu meu nome me deixou ainda mais exitado. – J-Justin... – Novamente, suas palavras saíram juntamente com gemidos. – Eu vou... 

Percebi que ela logo chegaria ao seu limite e então parei.

– Porque fez isso? – Sua expressão me divertiu.

– Posso fazer com que você se sinta ainda melhor. 

Assim que terminei de falar, levei meus dedos a minha boca saboreando seu gosto. Tomei-a em meus braços, e trocamos de posição fazendo com que ela ficasse sentada na cama. Me ajoelhei ficando a altura de sua intimidade, novamente ela ficou corada fazendo com que eu risse pelo nariz.

– Posso?

Ela assentiu e não disse nada. Dei alguns beijos em sua coxa fazendo meu caminho até sua intimidade. Percebi que ela observava cada movimento meu cautelosamente e logo interrompi oque estava prestes a fazer.

– Você tem certeza Katheryn? 

– Sim Justin, por favor. – Ela respondeu olhando em meus olhos.

Me movi para frente posicionando minha língua a sua frente, logo adentrei sua intimidade com a mesma fazendo com que ela rolasse os olhos e novamente mordesse seu lábio inferior tentando conter seus gemidos. Senti o seu gosto me deliciando de cada canto de sua intimidade. Katy levou suas mãos aos meus cabelos aonde dava leves puxões nos mesmos. Comecei a fazer movimentos de vai e vem ainda me deliciando dela. Percebi que ela já estava chegando ao seu limite quando ela começou a mover seus quadris. Logo ela chegou ao seu limite e assim lambi tudo sem deixar vestígios. Ela parecia satisfeita enquanto tentava recuperar o folego, mas quando levantei ela levou suas mãos até a barra de minha calça, quando ela começou a abaixar a mesma segurei suas mãos impedindo que ela fizesse aquilo.

– Oque houve? – Ela perguntou levantando meu olhar.

– Não podemos Katy. – Eu estava morrendo de vontade de foder com ela ali mesmo, mas seria muito arriscado.

– Mas você... – Ela me olhou incrédula.

– Só não queria deixar você nesse estado. – Eu estava me controlando para não começar a tirar o resto de minha roupa.

– Justin... – Ela suplicou com seu olhar.

Eu só poderia estar virando gay. A garota que eu amo ali, suplicando pra eu foder ela e eu me controlando, sinceramente não me reconheço mais. 

– Não amor...– Passei minha mão pelo seu rosto gentilmente. 

Ela confortou seu rosto na palma de minha mão, mas logo se levantou e foi até uma porta aonde ficou lá por um tempo. Peguei minha camiseta do chão e coloquei em cima de uma poltrona e fui em direção aquela mesma porta. Quando estava prestes a bater na porta, a maçaneta girou, e a porta foi aberta me dando visão de Katheryne que estava usando uma camisola. Antes que eu pudesse expressar alguma reação, ela passou por mim indo até a cama aonde começou a arrumar os lençóis bagunçados. Fui até ela sem entender muita coisa, segurei sua cintura e ela se manteve parada, ainda segurando um dos lençóis.

– Está tudo bem? – Disse próximo ao seu ouvido.

– Sim, vamos dormir. – Ela foi breve, e logo se sentou na cama.

Dei a volta na cama ainda a observando. Ela parecia estar fazendo orações movendo os lábios de forma que não transmitissem nenhum som, tive a certeza de que era disso que se tratava quando ela fez o sinal da cruz assim deitando na cama. Me deitei em seu lado, ela imediatamente ficou de costas para mim, será que ela havia ficado chateada comigo por que eu tive uma rara noção de responsabilidade?

– Katy? – Não ouve resposta, então continuei. – Prometo que da próxima vez faço oque você quiser...

Ela assentiu ainda sem me olhar.

– Não vai me dá almenos um beijo de boa noite. – Continuei.

Ela se virou para mim sorrindo, e logo selou nossos lábios vagarosamente. 

– Boa noite Justin!

– Boa noite Katy. 

Ela se virou novamente, me aproximei um pouco mais dela, arrumei o cobertor sobre nós, passei meus braços pela sua cintura e assim adormecemos...

CONTINUA

espero que tenham gostado (estou morrendo de vergonha por ter feito parte hot masok) obrigada pelos comentários e comentem oque acharam, fico feliz em saber a opnião de vcs bjs ;*


















10 de jul. de 2013

Exception: Capítulo 3 - Mirrors



Entrei na cozinha sem jeito, aquela era uma casa repleta de desconhecidos, e eu não sabia como agir com eles. Havia uma senhora arrumando algumas, tenho a certeza de que ela percebeu a minha presença, mas ignorou completamente. Ela me olhava de canto, e eu apenas brincava com os meus dedos a procura de algo pra falar.

– Boa noite. – Sorri.

– Boa noite. – Ela também sorriu deixando a mostra as covinhas que haviam proximas a sua boca.

– Você trabalha aqui? – Comecei.

– Sim, eu trabalho, mas e você, quer alguma coisa? – Ela se virou para mim, pude ter a percepção de que ela poderia ser a empregada pelos seus trajes.

– Água. – Lambi meus lábios, eu estava realmente com muita sede.

A senhora pegou um copo, e logo me serviu água. Ela me observava enquanto eu bebia água, era como se quisesse falar algo.

– Desculpa a pergunta mas, você esta com algum dos meninos? – Ela se sentou na mesa, e suas palavras sairam expressando sua confusão em relação a mim.

– Não, não estou. – Deixei o copo na mesa. – Estou aqui apenas por hoje. – Comecei a contornar os detalhes do copo com meus dedos.

– Apenas por hoje... – A maneira como ela disse soou como algo natural, como se não fosse nada novo.
– Qual o seu nome minha jovem?

– Samantha, e o da senhora?

– Sou Helena.

– Obrigada pela água, eu estou com sono e vou tentar dormir agora.

 Tentei ser o mais simpática possível ao tentar dizer que queria ficar sozinha, me levantei e dei a volta na mesa, dando uma ultima olhada para Helena, ela permanecia sentada e me observava.

– Boa noite Helena! – Sorri lhe dando de ombros. – Foi um prazer lhe conhecer. – Continuei a sorrir de forma que meus dentes não ficassem a mostra.

Assim sai da cozinha após escutar seu "boa noite Samantha". Caminhei até a sala normalmente torcendo para que ela estivesse vazia, mesmo que ela estivesse ocupada, iria ignorar todos. Entrei na sala normalmente, olhando para o chão, ia em direção as escadas até que uma voz rouca soou pelos meus ouvidos.

– Shawty? – Me virei vagarosamente.

Encontrei Justin sozinho, sentado no sofá, sua postura era irregular e em sua mão havia um cigarro.

POV Justin

Samantha se virou para mim, com toda a sua inocência. Com a iluminação da sala pude observa-lá bem. Seus olhos eram escuros e seus cabelos eram naturalmente loiros. Ela usava roupas desproporcionais ao seu corpo, mas isso a tornava atraente. Ela estava envergonhada, seus olhos fitavam o chão em uma tentativa de esconder a confusão em que ela se encontrava.

– Boa noite. – Continuei fazendo com que ela me olhasse.

Ela assentiu sem dizer nada, com um sorriso amarelo em seu rosto, ela se virou continuando seu caminho até a escada de maneira atrapalhada, oque me divertiu.

POV Samantha

Subi as escadas, minha mente estava uma confusão e eu tenho certeza que deixei isso transparecer. Entrei no meu quarto mais quando entrei me assustei. Aquele não era o quarto aonde eu estava instalada, e sim uma sala repleta de espelhos. Não intendi nada até que o reflexo de Justin apareceu em todos os espelhos. Ele sorria para mim de uma maneira estranha, e derrepente meu pai apareceu atrás dele, ele estava sério, mas logo se pronunciou assustado.

– Corra Sam, corra! – Meu pai gritou apavorado.

Olhei para todos os lados, mas não tinha para aonde correr. O reflexo de Justin e de meu pai preenchia todo aquele lugar. Me abracei enquanto observava cautelosamente o sorriso de Justin tentando entender que lugar era aquele, e oque estava prestes a acontecer. Todos os espelhos explodiram em questão de segundos e assim despertei assustada. Eu estava soada e ofegante, como se eu estivesse correndo a horas. Eu me encontrava na minha cama, naquele mesmo quarto. Um sonho estranho ou um pesadelo? eu não compreendi nada, mas dessa vez meu pai não estaria ao meu lado, me dizendo que estava tudo bem e que aquilo não havia se passado de um pesadelo. Lágrimas rolaram pelo meu rosto involuntariamente, e mas uma vez eu estava me abraçando a procura de conforto, se almenos eu tivesse alguém nesse mundo para me confortar nesse momento.

Flashback On*

– Samantha? – Papai gritava pelos corredores. – Samantha, oque faz aqui? estão todos te esperando para começar a apresentação! – Ele se ajoelhou ficando a minha altura.

– Eu não vou me apresentar. – Joguei um pedaço da minha fantasia no chão, pisando no mesmo. – Vamos embora, por favor papai! – Supliquei enquanto lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto.

– Claro querida, vamos sim. – Ele me tomou em seu colo e assim caminhamos para fora daquele lugar.

– Papai aonde está a mamãe? – Perguntei ainda em seu colo.

– Sam já conversamos sobre isso...

– Por que ela nunca vem nas minhas apresentações no dia das mães? Ela não gosta de mim? – Mais lágrimas rolaram pelo meu rosto.

– Ela é muito ocupada, mas eu estou sempre aqui, posso assistir sua apresentação. – Ele parou no meio do corredor, com a tentativa de me fazer mudar de ideia.

– Não. – Afundei meu rosto em seu ombro. – Vamos embora! – Pedi mais uma vez o abraçando ainda mais forte.

Ele pareceu compreender e finalmente deixamos o teatro do meu colégio. Fomos em direção ao carro, aonde ele me deixou no banco de trás, e assim adormeci em meio a tantos pensamentos confusos e lágrimas.

Flashback Off*

Minha infância sempre foi difícil. Todas as outras crianças fazendo apresentações, cartões e presentes para suas mães no dia das mães, e eu sempre ficava no banheiro chorando, sozinha. O pior era ter que aceitar o fato de que agora, estou sozinha no mundo, se eu almenos soubesse quem é a sujeita sem coração.

Flashback On*

– Não minta para mim, sei que essa não é a verdade! – Gritei aborrecida.

– Talvez eu não te contei a verdade evitando que você sofra. – Papai gritou ainda mais alto.

Meu rosto estava vermelho, meu rímel derreteu com as lagrimas, e se transformou em borrões em meu rosto. Meu coração doía, até quando ele iria esconder a verdade de mim?

– Você não acha que está na hora de me contar a verdade? ou você acha mesmo que eu sempre acreditei nessa de que minha mãe trabalha na Austrália?

– Tá certo Sam, vou lhe contar tudo oque você precisa saber. – Ele parecia conformado, eu precisava mesmo saber a verdade.

Ele se sentou no sofá, e aguardou um tempo. Me sentei em outro sofá, e então aguardei para que ele começasse a falar.

– Bem... – Ele respirou fundo. – Eu tinha 42 anos quando conheci sua mãe, ela era uma prostituta. – Arregalei os olhos, mas como assim prostituta? – Ela sempre fazia ponto no cassino aonde eu frequentava...

– Frequentava? – Perguntei irônica.

– Você sabe que estou frequentando bem menos. – Ele se defendeu. – Continuando, ela sempre estava lá, todos os dias. Um dia eu bebi, mas não ao ponto de ficar embriagado e a sua mãe, bem ela era um espetáculo de mulher, ela tinha cabelos loiros, olhos verdes, qualquer homem faria tudo por ela. Nesse dia fomos até o meu carro e então...

– Pai! – Pedi com a voz falha, devido ao choro que eu tentava segurar. – Me poupe de detalhes.

– Ela engravidou e me procurou para falar sobre isso, bem eu não acreditei de inicio, ela era uma prostituta e o pai poderia ser qualquer um. Ela fez um exame e comprovou que o filho era meu, eu não aceitei no inicio mas depois eu tive que reconhecer oque eu fiz, então ela pensou em abortar, e eu disse a ela que ela não precisava abortar por que eu cuidaria de você. Tivemos uma longa discussão por isso, ela duvidou da minha capacidade para te criar. No dia do parto foi normal, quando tudo acabou ela me te entregou para mim e assim nunca voltamos a nós ver.

– Tudo normal? – Gritei deixando as lágrimas escaparem. – Ela nem mesmo me olhou direito e me entregou pra você como se eu fosse qualquer coisa. – Me levantei exaltada. – Agora eu entendo por que você escondeu toda a verdade de mim esse tempo todo, eu sou um erro, fui um erro na sua vida.

Cuspi tudo aquilo que estava entalado, e logo depois fui em direção ao meu quarto com passos pesados, entrei e bati a porta desmanchando em lágrimas com meu travesseiro. Escutava meu pai bater na porta gritando meu nome, mas o ignorei.

Flashback Off*

[...]

POV Justin

– A garota já acordou? – Adentrei a cozinha.

– Bom dia pra você também. – Josh disse.

– Bom dia princesa, a garota já acordou? – Forcei um sorriso.

– Por que não perguntam a ela? Olha ela está aqui do meu lado. – Disse Logan após gargalhar.

– As mocinhas tiraram o dia para bancar as engraçadinhas? – Me sentei.

– Bom dia. – A voz feminina de Samantha ecoou pela cozinha entre nossas risadas.

– Bom dia. – Josh e eu dissemos em coro.

– Sam, senta ai, toma café com agente. – Logan disse todo animado.

Ela se sentou sorrindo, e logo começou a se servir de tudo oque desejava comer. Ela parecia estar faminta, mas não parecia estar avontade para comer a quantia que queria.

– Fique avontade shawty. – Quebrei o silencio fazendo com que todos olhassem para mim.

Ela assentiu já corada, como ela ficava envergonhada quanto a mim. Logo ela se serviu de mais coisas, parecendo assim satisfeita.

– Justin não perde uma. – Josh disse arrancando risadas de todos, até mesmo de Nathan que se mantia calado ali.

– Escuta Nathan, preciso que leve ela em casa. – Tentei conter as risadas e parece que deu certo, eles se calaram para ouvir oque eu tinha para falar.

– Por que você não faz isso? – Ele respondeu com sua ignorância interminável.

Nathan havia apenas 17 anos, aparentava ter 25 e seu jeito de ser era de um velho ranzinza.

– Eu e os meninos temos coisas para resolver, e eu sei que você vai sair. – Retruquei no mesmo tom.

– Não precisam se incomodar, eu posso ir andando. – Samantha se entrometeu.

– Escutou, ela pode ir andando.

– Nathan. – Fuzilei ele, quando na verdade queria meter bala naquele filho da puta...

CONTINUA

Oi, espero que gostem, comentem ai oque estão achando e é.. haha  ah e eu reativei meu ask então se vcs quiserem me xingar ou dar sugestões pras fics ta AQUI! fic nova aqui da may a nova autora do blog clica aqui pra ler bjao :*
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justin seduzindo vcs 




















26 de jun. de 2013

ALAYLM: Capítulo 11 - He would not know us, or her



– Trouxe, mas pra que você quer isso? – Novamente ele franziu o cenho.

– Preciso sair de um castigo. – Ele riu. – Eu já te disse que minha mãe é maluca?

– Acho que não, mas não é muito difícil imaginar que ela seja. – Ele ainda ria.

– Então – Peguei o Cd de sua mão. – isso não é engraçado.

Me sentei na antiga cadeira de meu pai e coloquei o computador para ser iniciado. Justin se sentou em uma das cadeiras que haviam na mesma mesa aonde eu estava me olhando.

– Oque vai fazer? – Ele perguntou.

– Uma cópia.

– Pode ficar, não quero isso nem pintado de ouro. – Ele lambeu os lábios

– Obrigada. – Fui até a cadeira aonde Justin estava e me sentei em seu colo lhe dando vários selinhos.

– Isso tudo é por que você vai sair do castigo? – Ele riu.

– Sim, você acha que é bom ficar trancada dentro de um quarto. – Arqueei as sobrancelhas.

– Depende, se eu estiver com você. – Eu sorri feito uma boba. – Katheryn eu preciso ir.

– Oque? Logo hoje que minha  não está em casa? – Resmunguei.

– Tenho coisas a resolver, mas eu posso voltar mais tarde.

– Ah claro, minha mãe vai adorar sua visita. – Revirei os olhos.

– Eu posso voltar mais tarde.. – Ele abriu um sorriso sapeca em seu rosto.

– Quem sabe né... – Sorri junto a ele.

POV Justin

Após sair do palácio normalmente como se nada estivesse acontecido, como se eu fosse qualquer pessoa normal, fui até o lugar aonde encontraria Twist. Estacionei o carro e percebi que não havia muito movimento, como de costume. Chris não estava lá, e parecia que hoje seriamos apenas eu e Twist. Entrei naquele velho armazém e me joguei em um sofá velho que havia ali esperando qualquer movimento. Twist entrou pela porta segurando um cigarro e logo ficando em pé na minha frente.

– Trouxe? – Ele questionou soutando uma cortina de fumaça.

– Sim. – Respondi levantando do sofá, enfiando as mãos em meus bolsos a procura do dinheiro.

– Finalmente, estava cansado de suas enrolações. – Ele sorriu irônico.

– Eu não precisei me aproveitar do mal estado de ninguém para conseguir esse dinheiro.

Ele engoliu em seco, abandonando o cigarro em cima de algo.

– Twist você deveria aceitar a realidade de que você nunca será eu. – Soltei uma risada fraca. – E você sabe, assim como eu de que você não precisa desse dinheiro.

– Isso não muda o fato de você ainda me dever muita grana. – Ele arqueou uma de suas sobrancelhas. – Dei uma olhada na sua mina...

Katheryne? Ele não poderia saber de nós, ou dela.

– Deixe ela fora disso. – Cuspi.

– Calma Bieber. – Ele olhou em volta sorrindo. – To ligado que ela tem muito poder, grana... Acho que você poderia usufruir disso tudo.

– Eu jamais faria isso, não sou como você que tira proveito das pessoas..

– Olha como fala comigo. – Ele riu fraco.

– Ah qual é? ou você acha que eu tenho medo de você? – Retirei um cigarro de meu bolso, mantendo-o em meus lábios enquanto procurava pelo esqueiro.

– Deveria. – Ele resmungou.

– Eu não tenho, agora se você não tem mais nada pra falar comigo, eu to caindo fora. – Soltei a fumaça que prendia, indo em direção a porta.

Twist se virou para mim, me encarando incrédulo enquanto eu fazia meu caminho até a porta.

– Não se atrase com a próxima parte do dinheiro, não vou esperar para sempre.

Dei de ombros, ignorando completamente suas palavras. Twist era apenas um marginal que tentava ser melhor do que eu em tudo, e mais um pouco. Nunca conseguiu pelo simples fato de eu nunca ter dado moral pra ele. Ele me assusta as vezes, ele não é como eu, faz e fez coisas que eu jamais faria. Maldita hora em que eu fui me envolver com gente desse tipo.

POV Katheryne

Andando sem rumo pelo palácio, encontrei Ryan por acaso na cozinha, flertando com a filha da empregada, ele não toma jeito mesmo.

– Atrapalho? – Eles ficaram surpresos, tomando uma certa distancia, um do outro.

– Não, que isso. – Ryan arrumou sua roupa.

A filha da empregada, lançou uma olhada a Ryan, e logo depois nos deu de ombros. Não me contive, e soutei uma risada, Ryan continuou a me olhar incrédulo.

– Não dava pra você chegar cinco minutos mais tarde? – Ele cruzou os braços.

– Você não toma jeito não é Ryan? – Coloquei a mão na cintura, balançando a cabeça em negação. – a cozinha não é lugar para isso.

– Oque faz aqui?

– Eu moro aqui. – Respondi como se não fosse obvio.

– Eu sei, mas não é comum encontrar você por aqui a essa hora. – Ele veio até mim sorrindo, e logo depois me abraçou.

– Olha quem fala. – Dei língua.

– Katheryne, por que não fazemos algo?

– Tipo oque? – Me fiz de desentendida.

– Não sei, temos o palácio todo para nós, podemos fazer tantas coisas. – Ele sorriu fitando o nada, provavelmente armando algo.

– Ryan, estou tentando sair de um castigo, não quero entrar em outro. – Cruzei os braços.

– Castigo? – Ele riu, por que isso era tão engraçado para as outras pessoas.

– Cala a boca Ryan. – O empurrei. – Para de rir, isso não tem graça.

– Não quando você é uma "Adulta" de 18 anos! – Ele destacou a palavra adulta, fazendo aspas com as mãos.

– HAHA – Forcei uma risada. – Vamos fazer alguma coisa?

– Oque vocês vão fazer? – Meu pai adentrou a cozinha com um sorriso em seu rosto.

– Nada, eu vou pro treino. – Ryan respondeu.

– Ryan! – O repreendi incrédula.

– Desculpa Katy, vamos deixar para outro dia. – Ele foi até a porta, e antes de sair piscou pra mim.

– Esse Ryan... – Balancei a cabeça negativamente.

– Filha, ele é realmente muito ocupado.

– Esse é o problema de todos vocês, estão sempre muito ocupados, nunca tem tempo para mim. – Sai da cozinha bufando.

Eles realmente eram assim, sempre ocupados, em tudo. Eu queria ter uma vida normal, pais normais, será que isso era pedir demais? Me tranquei no quarto, mas logo me lembrei do Cd, que eu havia deixado no escritório de meu pai.

– Mãe? – Abri a porta delicadamente, tendo a visão de seu quarto.

– Sim. – Ela retirava coisas de dentro de uma bolsa.

– Eu posso falar com você? – Retirei uma mecha de cabelo do meu rosto, aguardando pela sua resposta.

– Filha eu acabei de chegar de Dominica, estou um pouco cansada mas podemos conversar sim. – Ela sorriu. – Sente-se aqui. – Ela deu leves tapas em uma região de sua cama.

Fui até ela, e me sentei, respirei fundo a procura de palavras para começar o meu teatro.

– Então, eu quero falar com a senhora sobre o motivo do meu castigo.

– Pois bem. – Ela assentiu para que eu começasse.

– Naquele dia em que cheguei um tempo depois de Cody, eu fui até uma jornalista, uma das que estavam presentes na minha festa de noivado.

– E? – Ela arqueou as sobrancelhas aguardando a continuação.

– Eu fui buscar um dvd com ela. – Fiz uma pausa para acrescentar um certo drama. – Aonde... estava gravado grande parte de meu noivado. – Conclui aguardando sua reação.

– Katheryne! – Ela sorriu. – Por que está interessada por esse dvd?

– Por que... bem... – Mordi meu lábio inferior. – Acho que estou aprendendo a gostar de Cody.

– Querida, eu sabia que isso aconteceria mais cedo ou mais tarde. – Ela sorria constantemente. – Agora tenho certeza de que você está ansiosa para esse casamento?

– Ôh.. você não sabe o quanto. – Sorri forçado. – Mas então, estou livre do meu castigo?

– Ah claro, acho que vocês deveriam sair amanhã, ou ele poderia jantar aqui... – A interrompi.

– Sim, irei conversar com Cody para que possamos marcar algo, mas agora irei tomar um banho.

– Eu também irei fazer o mesmo, mas antes vem aqui. – Ela estendeu os braços.

Fui até ela, sentei em seu colo e nos abraçamos, parecia uma coisa tão inédita pra mim abraça-la daquela forma, então aproveitei cada segundo, por que apesar de tudo, ela é minha mãe, e eu a amo. Sai de seu quarto e fui direto para o meu, aonde preparei meu banho e fiquei lá por um bom tempo. Sai do banho enrolada em uma toalha, e estava indo direto pro meu closet, quando percebo que Justin estava entrando pela janela, mas como ele soube qual era o meu quarto? como ele conseguiu entrar? eu fiquei sem reação ao ver ele terminar de passar seu corpo pela janela. Quando ele me olhou, sorriu malicioso e lambeu os lábios oque me fez corar na hora...

CONTINUA

Desculpem a demora, sério mesmo, e que eu to magoada, meio triste slá, e eu não tava com cabeça pra postar, mas eu voltei, e eu espero que vcs gostem desse capítulo pq eu tentei fazer ele o mais grande possível. Mas enfim, comentem oque vcs acharam, e bem fácil da pra comentar em anonimo e não precisa daqueles códigos chatos. (P.S: Esse Twist vai ser a causa de muita treta nessa fic :x) beijos ;3















28 de mai. de 2013

Exception: Capítulo 2 - Wanna Die



POV Samantha

Havia algum tempo em que eu estava acordada, porém fingir está dormindo para escutar a conversa de dois homens que estavam tendo uma pequena discussão ali dentro daquele lugar, que eu não tinha noção aonde era, só sei que eu estava deitada em uma extensão macia que eu defini uma cama ou colchão.

– Ela vai ficar bem? – Uma voz masculina questionou enquanto sentia algo me tocando.

– Sim senhor Bieber, mas talvez ela nunca esqueça os acontecimentos dessa noite. – Outra voz mais madura respondeu. – Você pode me contar mais detalhes do que estava acontecendo quando você a salvou dos tais homens que tentaram violenta-lá?

– Tudo oque eu sabia foi o que eu te disse. 

– Sendo assim, meu trabalho por aqui acabou, qualquer coisa chame um psicologo, e não esqueça, ela precisa de atenção, distração ou algo que possa esvaziar sua cabeça dessas lembranças ruins.

O dono da voz oposta riu sarcástico.

– Desculpe doutor, sou um homem muito ocupado, não tenho tempo para isso. 

– Tudo bem senhor Bieber, você pode me levar até a porta?

O homem na voz mais madura não ouve resposta, e logo depois de um tempo escutei a porta bater. Pela primeira vez depois que acordei, pude abrir meus olhos tendo a visão daquele quarto enorme aonde eu me encontrava deitada em uma cama de casal envolvida por lençóis. Meu corpo estava coberto pelas minhas peças intimas e oque não saia da minha cabeça era, que lugar era aquele? Eu quase não conseguia me lembrar do que aconteceu antes de eu vim para cá, pensei em fugir, ou pular a janela mas o fato de eu estar apenas com roupas intimas me impediam. O que eu faria? eu não faço a minima ideia. 

POV Logan

Entrei no quarto aonde Justin deixou a garota em que ele salvou a algum tempo atrás. Ela se encontrava sentada na cama, fitava a parede, parecia esta perdida em pensamentos sem fim. Me aproximei dela, e ela finalmente notou minha presença se esquivando para a beirada da cama rapidamente me olhando assustada.

– Não precisa ficar com medo, não vou te fazer mal. – Comecei.

– Quem é você? – Ela perguntou cobrindo seu corpo com o lençol.

– Logan, e você, quem é? – Sentei na cama cruzando os braços.

– Samantha, oque fez comigo? que lugar é esse... – A interrompi.

– Ei, eu não fiz nada com você, Justin fez. – Ri pela cara que ela fez. – Não é isso, ele te salvou.

Ela ficou pensativa, e se confortou novamente na cama e eu me sentei na ponta da cama.

– Você mora aqui? – Ela perguntou olhando em volta.

– A maior parte do tempo. – Sorri – Você não ta se sentindo bem não é?

Ela assentiu abraçando seus braços fazendo com que eu me sentisse desconfortável, naquela hora meu estomago foi ao chão.

– Por que não toma um banho? – Ela levantou o olhar, o direcionando a mim, mas continuou em silencio. – Você pode se sentir melhor...

– Eu não tenho roupas. – Ela resmungou.

– Eu posso te arrumar umas, não pode ser do seu tamanho, e nem do seu gosto, mas você pode ficar mais avontade.

– Tudo bem. – Me levantei indo em direção a porta. – Ah... Logan? – Me virei.

– Eu.

– Obrigada. – Ela sorriu pela primeira vez durante a nossa conversa, fazendo com que eu também sorrisse.

– Sem problemas. – Sai fechando a porta.

POV Samantha

Definitivamente não há apenas pessoas ruins no mundo, ou há? Logan era um amor de pessoa, ou não? ele poderia estar fingindo, eu não sei oque aconteceu depois que minhas vistas se escureceram e eu apaguei. Fui retirada de meus devaneios ao ver Logan me chamar.

– Samantha? – Ele me chamou outra vez.

– Sam...

– Oque? – Ele arqueou as sobrancelhas.

– Me chame apenas de Sam!

– Então tá Sam. – Ele sorriu. – Aqui está as roupas, use aquele banheiro. – Ele apontou para uma porta que havia dentro do quarto. – Acho que tem toalhas lá dentro.

– Ok.

– Fique avontade. – Ele novamente saiu do quarto, me deixando sozinha.

Respirei fundo e fui até o banheiro, minhas vistas ficaram escuras fazendo com que eu cambaleasse lutando contra a tontura, mas aquilo foi passageiro e novamente eu estava com as vistas normais e disposta a tomar um banho. Entrei no banheiro, admirando tudo ao meu redor, se aquela suite aonde eu estava era daquela maneira, imagine o resto da casa. Nunca me acostumei com luxo ou coisas finas e de marca, sempre fui criada na mais pura simplicidade, por isso trabalhava desde os 14 anos para ter as coisas que gosto, comprar meus cds, roupas, sapatos e todas as outras coisas que me agradavam. Retirei minhas peças intimas entrei no box, ligando o chuveiro e deixando a água cair pelo meu corpo, me trazendo uma sensação de conforto. Fiquei ali por algum tempo, evitando pensamentos ruins. Nunca desejei isso em toda a minha vida, e acho o maior caso de ingratidão de qualquer ser humano, mas naquele momento, eu queria morrer. Depois de um tempo desliguei o chuveiro e me enrolei em uma toalha, abandonei o banheiro, levando comigo apenas meu sutiã. Quando tive a visão do quarto, me surpreendi com um garoto loiro, analisando as roupas que Logan me trouxe. Notando a minha presença naquele comodo, ele deixou as roupas na cama rapidamente e me olhou.

– Você está melhor? – Ele perguntou meio constrangido.

– Sim estou, obrigada. – Nós dois olhamos em volta, mas logo nossos olhares se encontraram novamente. – Desculpe a pergunta, mas... quem é você?

– Justin, Justin Bieber! – Ele sorriu. – E você é...?

Justin? Sim era o garoto que havia me salvado e que eu era eternamente grata.

– Samantha, mas pode chamar de Sam.

– Tudo bem Sam, essas roupas... – Ele olhou as roupas que ele deixou na cama desajeitadamente.

– Logan me emprestou para que eu tomasse um banho. – Disse desajeitada, já que ele estava observando meu corpo coberto apenas pela toalha.

– Ah tá. – Ele balançou a cabeça provavelmente saindo de um transe. – Seus pais não devem estar preocupados?

Ele cutucou minha ferida sem nenhuma maldade, fazendo com que eu engolisse o choro.

– N-Não, tenho certeza de que eles não estão. – Resolvi não contar, não entrar em detalhes sobre o acontecido.

– Durma, amanhã mando alguém te levar em casa. – Ele deu meia volta andando em direção a porta.

– Obrigada.

Ele se virou lambendo os lábios.

– Oque?

– O-Obrigada por.. ter me salvado, eu não sei oque teria acontecido comigo se não fosse por você.

Ele assentiu, mas não disse nada e saiu do quarto. Ele era tão bonito, assim como Logan, mas era diferente, não carregava aquela simpatia de Logan e sim uma feição misteriosa e ao mesmo tempo tenebrosa fazendo com que eu ficasse tão nervosa ao me dirigir a ele. Fui até a cama depois de piscar o olho repentinamente tentando entender oque aconteceu naquele quarto. Peguei as roupas em minhas mãos, separando uma a uma, analisando as. Logan me trouxe a parte de baixo de um moletom cinza, uma boxer preta e uma camiseta que ficaria anorme em meu corpo branca. Vesti as peças rapidamente e me olhei no espelho, bom era melhor do que nada. Abri a porta, eu estava com sede mas não sabia a quem decorrer, eu iria ficar constrangida em cobrar algo a qualquer ser daquela casa enorme. Caminhei pelos corredores descalça e desci até uma sala aonde 4 garotos estavam jogados no sofá desajeitadamente. Corei ao perceber que os olhares deles estavam sobre mim, abaixei a cabeça e quando ia dizer algo, uma voz masculina começou.

– Essa tá com você Drew? – Um garoto moreno, que me olhava com os olhos cerrados perguntou.

Drew, mas quem é Drew? Um dos garotos que estava ali presente, conclui sem certeza.

– É uma longa historia. – Justin disse lambendo os lábios.

– Pelo visto, as roupas não ficaram tão ruins. – Logan se levantou vindo até mim com um lindo sorriso no rosto.

Logan me segurou com uma mão, fazendo com que eu desse uma volta. Ele avaliava meu corpo, assim como os outros garotos, naquela hora eu com certeza eu me encontrava em tons de vermelho, as minhas bochechas queimavam em vergonha e constrangimento.

– É. – Eu forcei um sorriso.

– Me desculpe. – Logan disse notando meu constrangimento. – Não era a minha intenção te constranger.

– Não tudo bem. – Balancei a cabeça demonstrando compreensão.

– Oque faz aqui em baixo? – Justin perguntou.

– Eu estava com sede. – Redirecionei meu olhar a ele, que desviou e retirou seu celular do bolso.

– A cozinha é ali. – Ele disse apontando ainda olhando a tela de seu celular.

– Obrigada.

Caminhei até a cozinha, mas não pude deixar de ouvir o comentário do loiro de olhos claros que se manteve em silencio "Acho que vocês esqueceram de pendurar a placa de pensão ali na frente." Ele era tão desagradável, a maneira que ele me olhava, a maneira em que ele soltou aquele comentário fez com que meu estomago revirasse, porém, continuei minha caminhada até a cozinha, apenas fingi que não escutei.

CONTINUA

Gente cldksjcsmkd eu tinha postado sem querer e ficou errado, me desculpem, mas ta ai o capítulo certinho.  Desculpem a demora e eu fiquei felizona quando vi os comentarios, comentem ai e me deixem feliz. Se quiser ser avisada deixa seu user no final do comentario. Ah e eu atualizei os personagens a capa, sinopse e fiz um trailer õ/ Clique aqui para ver. Trailer p vcs ;3

#Lara

27 de mai. de 2013

ALAYLM: Capítulo 10 - I'm here



POV Katheryn

Não, ele não viria atrás de mim. Não é como algo normal, como uma casa normal, ou como um relacionamento normal, se é que temos um relacionamento. Justin não pode vir aqui e falar comigo sobre isso, apenas nós sabemos dos ultimos acontecimentos. Ele não pode chegar, cumprimentar meus pais e fazer uma pergunta como "Katheryn está?" meu pai, ou minha mãe responderiam e mandariam ele subir até meu quarto aonde poderíamos conversar e debater sobre tudo oque anda acontecendo, por mais que eu queira as coisas não são assim. Não podemos sair para comer uma simples pizza, ou planejar um programa qualquer ou uma noite com os amigos. Não podemos fazer tantas coisas, a maioria das coisas que pessoas normais fazem, enquanto lagrimas rolam pelo meu rosto involuntariamente, eu não tinha nem mesmo a certeza se tudo isso não passava apenas de uma pequena atração, eu não sabia dos seus sentimentos, dos seus pensamentos, não tenho certeza de suas vontades ou dos seus planos. Podemos ser apenas uma aventura, uma descontração, mas eu não quero isso, existem tantas coisas que eu não quero e estão prestes a acontecer, e como se essa vida não fosse minha, por que a vida não é feita de escolhas? Repousando minha cabeça em meus travesseiros, minha necessidade era um abraço confortante ou qualquer outra coisa que me deixasse bem. Estava sonolenta, meus olhos se fechavam lentamente e eu lutava contra a vontade de dormir  mas foi em vão, acabei adormecendo ali entre as cobertas e os travesseiros.

[...]

Acordei com o sol invadindo meu quarto, eu havia esquecido de fechar as cortinas noite passada. Depois que fiz minha higiene matinal desci as escadas me direcionando até a mesa, não encontrei ninguém pelos corredores, em um dia aquele lugar estava lotado e no outro, não havia nem uma alma viva.

– Hãh... Oi. – Cutuquei umas das empregadas que estavam colocando a mesa.

– Bom dia senhorita Katheryne! – Ela sorriu servindo um suco pra mim.

– Bom dia, aonde estão meus pais? – Retribui o sorriso.

– Seus pais estão viajando, mas chegam ainda hoje.

– Viajando? – Perguntei surpresa.

– Sim, qualquer coisa estou na cozinha.

– Ok, obrigada. – Sorri.

Dia perfeito para que eu conseguisse sair do meu castigo, quando terminei de tomar café, fui até a garagem submersa, peguei qualquer chave. Fui até o portão principal aonde demoraram um pouco a ser aberto.

–Ah... Silver, você pode abrir para mim?

– Desculpe senhorita Katheryn, ordens da sua mãe.

– Oque? – Pronto, minha vida agora vai ser ficar trancada pra sempre dentro daquele palácio.

– Antes de partir, sua mãe me deu ordens para que eu não deixasse você sair.

– Mas ... – Me interrompi, afinal Silver não tinha culpa. – Tudo bem, tenha um bom dia.

Ele assentiu sorrindo e eu voltei para dentro com o carro, pensando nas maneiras que eu tinha de arranjar uma surpresa a minha mãe. Foi ai que tive a ideia de conseguir uma surpresa a ela, mas eu precisaria da ajuda de alguém. Sai do carro com meu celular em mãos e disquei o numero de Chaz, depois de algum tempo ele finalmente atendeu.

– Chaz?

– Eu

– Oque ta fazendo?

– To jogando video game... ãhn.. quem é?

– Katheryn. – Revirei os olhos, como ele não me reconheceu.

– Ah, oi, tudo bem?

– Tudo. – Ri fraco. – Você pode me responder uma coisa?

– Posso (?)

– Você estava na minha festa de noivado?

– Você ta noiva? – Seu tom de voz mudou me divertindo.

– Então isso foi um não?

– É, isso foi um não, minha tia que foi.

– Você sabe se ela tem algum video, foto, ou entrevista?

– Ela leva isso pro escritório no centro, mas acho que posso dar uma olhada.

– Por favor, faça isso.

Ficamos em silencio por algum tempo, enquanto Chaz procurava. Ouvi alguns barulhos, ele concerteza estava vasculhando tudo atrás de algo que eu solicitei.

– Katy?

– Sim.

– Eu achei um Cd, com videos e poucas fotos.

– Perfeito. – Comemorei vitoriosa. – Você pode trazer esses materiais para mim?

– Eu não sei. – Ele disse pensativo. – Pattie pode não gostar.

– Eu vou tirar uma copia, depois te devolvo e fica tudo bem. – Ele não me respondeu. – Chaz por favor! – Supliquei.

– Tá, daqui a pouco eu to ai.

– Obrigada.

Desliguei o telefone exalando alegria mas logo depois fiquei entediada jogada naquele sofá bolando meus planos, para iludir minha mãe, e se tudo acontecesse de acordo com os meus planos, iria dar tudo certo.

– Senhorita Katheryn?

A voz de uma das governantas me retirou do transe.

– Sim. – Pisquei o olho diversas vezes.

– Há um rapaz lá em baixo querendo falar com você.

– Ah, eu estava esperando por ele, obrigada.

– De nada. – Ela saiu.

Desci as escadas rapidamente, até perceber oque aquele não era Chaz, e sim Justin.

– Justin? oque faz aqui? – Ele se virou.

– Precisamos conversar. – Ele se aproximou de mim.

– Não temos nada para conversar, eu estava a espera de Chaz, e não de você.

– Eu estou aqui e eu vou falar com você! – Ele disse entre dentes.

– Mia sabe que você está aqui? – Ele franziu o cenho. – Afinal de contas, ela é sua namorada não é?

– Oque? – Ele riu fraco. – Você ta ficando louca?

– Vamos conversar no escritório. – Me notifiquei de que as paredes tem ouvidos.

Ele assentiu mas não disse nada, e logo depois me seguiu pelas escadas. No corredor, entrei na primeira porta, que era o antigo escritório do meu pai, estava abandonado a alguns meses mas continuava limpo e bem conservado.

– Admita que você passou a noite com ela. – Fechei a porta adentrando o escritório.

– Eu não passei a noite com ninguém, da onde você tirou isso? – Ele me encarava incrédulo.

– Ryan me disse. – Cuspi as palavras.

– Ryan não sabe de nada, eu não passei a noite com ninguém. – Ele deu uma pausa e sorriu irônico. – Mas e você Katheryn? pelo que eu sei, não sou eu que estou noivo, eu tenho que aguentar ver você e seu noivo por ai sorrindo e andando de mãos dadas, e olha só eu aqui, esperando por você.

Aquelas palavras me fizeram perceber o quanto eu estava sendo infantil, aquilo conseguiu me amolecer de uma forma que eu quisesse apenas o abraça-lo e não soltar por um bom tempo.

– E-Eu sinto muito. – Franzi os lábios.

– Katheryn, eu preciso que você confie em mim, eu não quero ninguém a não ser você. A Mia me beijou, mas foi forçado, eu não queria e não quero.

– Eu confio em você. – Segurei sua mão fazendo com que ele sorrisse e me fizesse sorrir junto.

O abracei forte arrancando um gemido dele, que logo depois me envolveu em seus braços e riu.

– Você trouxe o Cd? – Perguntei olhando em seus olhos.

– Trouxe, mas pra que você quer isso? – Novamente ele franziu o cenho...

CONTINUA

Demorei mas postei, desculpem é que eu to de castigo. Comentem oque estão achando e obrigada pelos comentarios, fico muito feliz ao saber que vcs estão gostando.
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